Claude Code: guia completo de como programar com IA

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Lorena Garcia
Lorena Garcia

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Se você já passou horas alternando entre o editor de código, o terminal para rodar testes e o navegador para buscar soluções de erros, sabe bem como isso cansa. 

A gente perde o foco muito fácil nesse vai e vem, né? Você está escrevendo uma função, precisa instalar um pacote, o terminal devolve um erro, você vai pesquisar... e quando volta para o código, precisa de alguns segundos (ou minutos) para lembrar onde parou. 

Mas e se a inteligência artificial não estivesse presa numa aba do navegador, mas sim "morando" onde a gente realmente trabalha? 

É exatamente essa a proposta do Claude Code. Ele promete transformar a maneira como interagimos com nossos projetos, trazendo a IA para dentro do fluxo de trabalho de uma forma muito mais integrada e ativa. 

Neste artigo, vamos explorar o que é o Claude Code, como funciona "por baixo dos panos" e por que ele pode ser uma grande aliada no seu dia a dia dev. 

O que é Claude Code? 

De forma bem direta: o Claude Code é um utilitário de linha de comando (CLI) que traz a inteligência do modelo Claude (da Anthropic) para dentro do seu terminal. 

Mas não pense nele apenas como um "chat na tela preta". A grande diferença aqui é que ele atua como um agente autônomo

Enquanto num chat comum você precisa copiar o código, colar, explicar a situação e depois copiar a resposta de volta, o Claude Code tem "pernas e braços". Ele consegue navegar pelas pastas do computador, ler arquivos, editar código e até executar ações no terminal, tudo isso conversando com você em linguagem natural. 

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Principais características do Claude Code 

Para entender por que essa novidade chama tanta atenção, vamos ver alguns pontos: 

  • Visão completa do cenário: Ele não olha apenas para um trecho de código isolado. Ele consegue compreender a estrutura do projeto, entendendo quais arquivos são necessários para a tarefa; 
  • Execução de comandos: Ele consegue rodar instruções no terminal (como `npm install`, `git status` ou testes) para verificar se as alterações deram certo; 
  • Edição direta: Ele não fica só na sugestão; ele pode aplicar a alteração no arquivo se você der o sinal verde; 
  • Segurança: Ele não sai apagando ou mudando coisas sem avisar. Para ações delicadas, ele sempre pede a sua confirmação. 

Para que serve o Claude Code? 

Você pode se perguntar: "Ok, entendi o que ele é, mas onde eu uso isso no meu trabalho?" 

As possibilidades são muitas, mas ele brilha de verdade em tarefas que envolvem investigação e refatoração. Vamos dar uma olhada em alguns exemplos? 

  • Onboarding em projetos novos: Sabe quando você entra num projeto e não sabe onde estão as coisas? Você pode pedir: "Explique a arquitetura desse projeto e como os módulos se comunicam". Ele vai ler os arquivos e te dar um resumo; 
  • Debugging complexo: Em vez de caçar o erro manualmente, você cola o log de erro e pede para ele investigar. Ele vai procurar os arquivos ligados ao problema, propor uma correção e até rodar o teste para validar; 
  • Refatoração e migração: Precisa atualizar uma biblioteca ou mudar o padrão de CSS de vários arquivos? O Claude Code consegue fazer boa parte desse trabalho braçal; 
  • Automação de tarefas repetitivas: Criar commits, escrever testes unitários ou gerar documentação fica bem mais leve. 

Como funciona a arquitetura do Claude Code? 

Agora, para quem tem curiosidade técnica sobre como a mágica acontece, vamos dar uma espiadinha nos bastidores. O grande diferencial aqui é que o Claude Code não opera como um simples "perguntas e respostas", mas sim através de um modelo conhecido como loop de agente (Agentic Loop). 

Quando você entrega uma tarefa, o sistema entra em um fluxo dinâmico que passa por três fases principais: levantar informações, agir e verificar os resultados. O interessante é que essas etapas não são rígidas; elas se misturam e se adaptam conforme o que você pede. 

Se a sua dúvida for apenas sobre como uma parte do código funciona, ele foca totalmente na primeira fase, buscando nos arquivos para entender o cenário.

Agora, se o desafio for corrigir um bug, o ciclo se repete várias vezes: ele investiga, aplica uma correção, roda um teste para validar e, se algo der errado, ele tem autonomia para ajustar a rota e tentar uma abordagem diferente, encadeando dezenas de ações se for preciso. 

Por baixo dos panos, o Claude Code atua como uma estrutura que conecta a inteligência do modelo (que raciocina) às ferramentas (que executam).

E o mais importante: você não fica de fora. Você faz parte desse loop, podendo interromper a qualquer momento para redirecionar o trabalho ou dar novas instruções, garantindo que a IA funcione como um parceiro que responde ao seu comando, e não apenas uma caixa preta automática. 

Claude Code versus GitHub Copilot 

Essa é a dúvida número um de muita gente. Afinal, se eu já tenho o GitHub Copilot no meu VS Code, por que eu precisaria dessa ferramenta no terminal? 

A grande diferença está na postura de cada um. Pense no GitHub Copilot (especialmente a função de autocomplete) como aquele copiloto que tenta adivinhar o final da sua frase. Ele é excelente para agilizar a escrita, sugerindo linhas de código enquanto você digita. É uma interação rápida, focada no "agora". 

Já o Claude Code joga em outra posição. Ele age como uma pessoa desenvolvedora autônoma. Você não pede para ele completar uma linha; você entrega uma tarefa inteira, como "Corrija o bug na tela de login". Ele vai investigar, rodar comandos e editar os arquivos por conta própria. 

Enquanto o Copilot brilha na velocidade da sugestão dentro do arquivo aberto, o Claude Code se destaca no raciocínio profundo e na execução de tarefas que envolvem múltiplos arquivos e comandos de terminal. Um ajuda você a digitar menos, o outro ajuda você a pensar e executar tarefas completas. 

Claude Code versus Cursor 

Aqui a briga é boa, mas as filosofias são bem diferentes. O Cursor tem ganhado muitos fãs por ser um editor de código completo (um fork do VS Code) que traz a IA nativa em cada canto da interface. 

O ponto forte do Cursor é justamente essa integração visual profunda. Mas ele exige um compromisso grande: você precisa mudar de editor. Se você gosta do seu Neovim configurado com carinho, ou do seu IntelliJ, ou mesmo se não quer sair do VS Code padrão, o Cursor te obriga a migrar. 

O Claude Code segue o caminho oposto. Como ele roda no terminal, não depende de nenhum editor específico. Você pode continuar usando a ferramenta que mais gosta para escrever código e deixar o Claude Code rodando ao lado, na janelinha do terminal, cuidando das tarefas pesadas. 

Resumindo a ópera: 

  • Se você quer uma experiência visual onde a IA mora dentro do seu editor e não se importa em trocar de ferramenta, o Cursor é fantástico; 
  • Se você prefere continuar com seu ambiente atual (seja ele qual for) e quer um agente inteligente que opera via linha de comando, o Claude Code é a escolha ideal. 

Como instalar e configurar o Claude Code 

Vamos deixar a teoria de lado e partir para a prática? A configuração é pensada para ser rápida, então em poucos minutos você já deve estar conversando com seu código. 

Requisitos do sistema 

Para começar, a lista de pré-requisitos é bem curta. Você vai precisar apenas de: 

  • Um terminal aberto (pode ser o do seu sistema ou o integrado do editor); 
  • Um projeto de código já existente para servir de base (pode ser aquele projetinho parado no seu GitHub); 
  • Uma conta da Anthropic ativa (pode ser o plano Pro, Teams, Enterprise ou uma conta no Claude Console com créditos de API). 

Passo a passo de como instalar: 

A forma mais indicada de instalar é através dos comandos nativos. A vantagem é que eles já configuram atualizações automáticas em segundo plano, assim você sempre fica com a versão mais recente sem precisar se preocupar. 

Se você usa macOS, Linux ou WSL, rode este comando no seu terminal: 

Agora, se o seu sistema é Windows (PowerShell), use este aqui: 

Configuração de autenticação e integração com IDEs 

Com a instalação concluída, precisamos conectar o Claude Code à sua conta. 

Navegue pelo terminal até a pasta do seu projeto (usando o comando `cd nome-do-projeto`) e digite simplesmente: 

  • claude 

Na primeira vez, ele vai pedir para você fazer o login. É só seguir as instruções que aparecerem na tela para autorizar o acesso. Uma vez feito isso, suas credenciais ficam salvas e você não precisará repetir o processo tão cedo. 

Embora o foco aqui seja o uso no terminal (CLI), vale lembrar que o Claude Code também conversa com seus ambientes favoritos. Se você preferir, existem integrações disponíveis para VS Code e JetBrains, além de uma versão desktop.

A lógica é a mesma: trazer a inteligência para onde você já está trabalhando. 

Se quiser ver mais detalhes, deixo aqui a documentação completa

Benefícios de usar o Claude Code 

Como já vimos nas características principais, o grande trunfo aqui não é apenas uma funcionalidade isolada, mas sim como tudo isso se integra ao seu dia a dia. 

O primeiro grande benefício é a preservação do foco. Ao eliminar a necessidade de sair do terminal para buscar respostas no navegador, você consegue ficar imerso no problema que está resolvendo, sem aquelas quebras de atenção que acontecem toda vez que trocamos de janela. 

E, aquela autonomia de agente que explicamos antes se traduz diretamente em ganho de tempo.

Enquanto o Claude Code cuida da parte operacional (ler múltiplos arquivos, rodar testes, procurar onde está a definição de uma função), você fica livre para pensar nas decisões de arquitetura e na lógica de negócio. 

E reforçando o ponto da segurança: ter um assistente que roda localmente e pede permissão traz a tranquilidade de saber que, mesmo com toda essa autonomia, o controle final de qualquer mudança no código continua sendo todo seu. 

Boas práticas para adotar o Claude Code 

Como o Claude Code é um agente autônomo, ele exige uma postura diferente. Não é só perguntar e esperar, é preciso gerenciar o trabalho dele. Baseado na documentação oficial e na experiência de quem já usa, deixarei algumas dicas. 

1. Dê meios para ele verificar o próprio trabalho 

Essa é a dica mais valiosa. O Claude funciona muito melhor quando ele mesmo pode confirmar se fez a coisa certa. 

Em vez de pedir "Crie uma função que valida e-mail", peça "Crie uma função que valida e-mail e escreva um teste unitário para garantir que 'usuario@teste' falhe e '[email protected]' passe. Rode o teste ao final"

Quando você define um critério de sucesso (como um teste passando), você evita que ele entregue algo que parece certo, mas não funciona. 

2. Explore antes, planeje depois e só então execute 

Evite pedir para ele sair codando logo de cara, especialmente em tarefas complexas. O ideal é dividir em fases: 

  • Fase de exploração: Peça para ele ler os arquivos e entender a estrutura. Use o comando /plan para entrar no "Modo de Planejamento". 
  • Fase de plano: Peça para ele desenhar um plano de ação. "Quais arquivos você vai mudar? Qual a estratégia?". 
  • Fase de execução: Só depois de aprovar o plano, peça para ele implementar. 

 
Isso evita que ele saia "consertando" o problema errado. 

3. Seja específico no seu pedido 

Ele é inteligente, mas não lê pensamentos. Quanto mais preciso você for, menos correções terá que fazer. 

  • Ruim: "Arrume o erro no login." 
  • Bom: "Os usuários estão relatando erro de timeout no login. Investigue o arquivo auth.ts, verifique a lógica de refresh token e crie um teste que reproduza o erro antes de corrigir." 

 
Aponte os arquivos, descreva o sintoma e diga como você quer a solução. 

4. Gerencie a memória da conversa 

O Claude tem um limite de o quanto ele consegue "lembrar" em uma única sessão. Se a conversa ficar muito longa, com muitos arquivos lidos e comandos rodados, ele pode começar a esquecer instruções iniciais ou cometer erros pequenos. 

Se perceber que a sessão está muito cheia ou lenta, não tenha medo de usar o comando /clear para limpar a memória ou começar uma nova sessão para uma nova tarefa. 

5. Enriqueça a conversa 

Use o símbolo @ para referenciar arquivos específicos que ele deve ler. Se tiver um design para seguir, você pode até colar prints da tela. Quanto mais informação visual e técnica você der, melhor será o resultado final. 

ROI na prática: O investimento vale a pena? 

Quando falamos de retorno sobre o investimento, a conversa costuma ficar chata e cheia de planilhas. Mas, para nós, a conta precisa fechar tanto no bolso quanto na rotina. 

A primeira coisa que você precisa saber é que o modelo de cobrança é diferente. Enquanto ferramentas como o GitHub Copilot cobram uma assinatura fixa mensal (cerca de $10 para indivíduos), o Claude Code opera no modelo "pague pelo que usar" (baseado em tokens). 

Hoje, o custo gira em torno de $3 para entrada e $15 para saída a cada milhão de tokens

"Tá, mas o que isso significa?" Significa que, para usos pontuais e estratégicos, ele pode sair até mais barato que uma assinatura fixa. Porém, se você usar intensamente o dia todo, o valor pode subir. Por isso, a análise de ROI aqui não é só financeira, mas também sobre produtividade

  • A "taxa" de alternância de tarefas: Se o Claude Code evita que você saia do terminal 10 vezes ao dia para pesquisar no navegador, estamos falando de horas de foco preservadas. 
  • Tarefas que ninguém quer fazer: Quanto custa a hora de uma pessoa sênior escrevendo testes unitários repetitivos ou documentação? Se a IA faz isso em segundos por alguns centavos, a economia é imediata. 
  • Redução de bugs em produção: O custo de corrigir um bug depois que ele foi para o ar é muito maior do que corrigi-lo durante o desenvolvimento. Com a facilidade de pedir "crie testes para esse cenário" no próprio fluxo, a tendência é entregar códigos mais seguros. 

No fim das contas, o "lucro" aqui não é apenas dinheiro, mas sim você terminando o dia com menos cansaço mental e com as tarefas complexas resolvidas. 

Futuro do Claude Code e tendências 

O lançamento do Claude Code sinaliza uma mudança clara na direção da indústria. Estamos saindo da era dos "chatbots passivos", onde a gente pergunta e espera uma resposta, para a era dos "agentes autônomos". 

Para o futuro próximo, podemos esperar uma integração ainda mais profunda com os sistemas operacionais.

Imagine um cenário onde a IA não apenas edita código, mas consegue configurar ambientes de desenvolvimento inteiros, resolver conflitos de merge no Git de forma visual no terminal e até gerenciar deploys em nuvem com um único comando de voz ou texto

Outra tendência forte é a capacidade de memória expandida. O objetivo é que esses assistentes consigam "carregar" o conhecimento do projeto inteiro na memória, reduzindo a necessidade de ficarmos lembrando a IA sobre regras de negócio antigas a todo momento. 

Tendências do mercado de agentes de IA 

O mercado de tecnologia continua crescendo e a demanda por profissionais que dominam essas novas tecnologias só cresce. Hoje, as empresas não buscam apenas quem sabe "usar" o chat da IA, mas sim quem sabe construir soluções, integrar APIs e criar os próprios agentes inteligentes. 

Saber programar em Python, entender de RAG (Retrieval-Augmented Generation) e dominar a governança de dados tornou-se um diferencial enorme. Quem domina o ciclo de vida da IA, da prototipação à produção, sai na frente. 

E se você quer estar preparado para aproveitar essas oportunidades, a melhor forma é seguir um caminho de aprendizado organizado e prático. 

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Nas carreiras da Alura, você encontra uma experiência estruturada em etapas, com desafios práticos, projetos de portfólio e conteúdos atualizados que refletem exatamente o que o mercado espera hoje. 

Existem dois caminhos principais que você pode seguir, dependendo do seu objetivo: 

1. Carreira Especialista em IA 

Se o seu foco é atuar no ciclo de vida da IA, da prototipação à governança, com uma visão forte de negócio, essa é a sua trilha. 

Aqui, você segue uma jornada que vai do pensamento computacional e Python básico até níveis avançados envolvendo N8NChatbots, RAG e Governança em Cloud. É ideal para quem quer liderar a implementação de IA nas empresas. 

2. Carreira Engenharia de IA 

Agora, se o seu perfil é mais técnico e "mão na massa" na construção de sistemas, a carreira de Engenharia de IA foca em criar, implantar e monitorar soluções de ponta a ponta. 

Você vai aprender desde a base da lógica e Python até a construção de Agentes Inteligentes, Machine LearningDeep Learning e MLOps (operações de machine learning). O objetivo é formar quem vai colocar os sistemas de IA em produção e garantir que eles funcionem. 

Em ambas as carreiras, você aprende com instrutores que são referências ativas no mercado, como profissionais da IBM Research e especialistas em Ciência de Dados. É a chance de sair da teoria e construir um portfólio que abre portas. 

FAQ | Perguntas frequentes sobre Claude Code 

O Claude Code é seguro? 

Sim. Ele roda localmente no seu terminal e se comunica diretamente com as APIs do modelo, sem precisar de um servidor intermediário ou índice de código remoto. E, ele sempre pede sua permissão antes de fazer alterações nos seus arquivos ou rodar comandos. 

Como ele funciona com as ferramentas que já uso? 

O Claude Code roda no terminal e trabalha lado a lado com seu editor ou IDE favorito, sem que você precise mudar seu jeito de trabalhar. Ele também consegue usar ferramentas de linha de comando (como Git) e servidores MCP (como GitHub) para expandir o que consegue fazer. 

Que tipos de tarefas ele consegue resolver? 

Ele manda bem tanto nas tarefas de rotina, como correção de bugs e testes, quanto em trabalhos mais pesados, como refatoração e implementação de novas funcionalidades que exigem um entendimento profundo da base de código. 

Quanto custa usar o Claude Code? 

Se você usar com uma conta do Claude Console, ele consome tokens de API seguindo a tabela de preços padrão

Funciona com o aplicativo desktop do Claude? 

Sim. Usuários dos planos Max, Pro, Team e Enterprise podem acessar o Claude Code diretamente pelo aplicativo desktop do Claude. 

Quais são os requisitos de sistema? 

O Claude Code funciona nos principais sistemas operacionais: macOS, Linux e Windows. Veja mais informações aqui

Lorena Garcia
Lorena Garcia

Lorena é formada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e, atualmente, faz parte do time de Suporte Educacional. Ama aprender coisas novas e dividir com outras pessoas. No tempo livre gosta de jogar games variados, ler livros e assistir animes.

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